Testes com animais

Quando fazemos estudos com animais, restringimos o seu uso àquelas ocasiões em que não existem alternativas viáveis. Revemos constantemente as nossas necessidades de estudos com animais e estamos sempre à procura de alternativas. Esperamos que, com o tempo, possamos substituir grande parte ou todos os testes com animais por métodos alternativos (sem o uso de animais).

A maioria das nossas investigações que utilizam animais de laboratório concentra-se em obter informações para compreender melhor os mecanismos pelos quais se desenvolvem as doenças associadas ao tabaco. Este entendimento é fundamental para o desenvolvimento e validação de produtos de tabaco de risco potencialmente reduzido. Realizamos também investigações com animais em casos limitados, quando introduzimos modificações de produto, como a adição de determinados ingredientes ao tabaco, para determinar se a modificação é apropriada e se não aumenta a toxicidade inerente ao fumo do tabaco.

Realizamos também testes com animais enquanto parte da nossa pesquisa para identificar componentes de possível interesse terapêutico na planta do tabaco. Estes testes são realizados de acordo com protocolos farmacêuticos-padrão para determinar a segurança e a eficácia desses componentes.

Continuaremos a procurar meios para usar sempre que possível alternativas aos testes com animais. Se pudéssemos fazer investigação sem animais, assim faríamos. Neste momento, não podemos.

Adoptamos sempre os princípios largamente reconhecidos, como os "3R" da investigação com animais: Em inglês: Replace, Reduce e Refine (substituir, reduzir e refinar).

Substituir. Sempre que possível usamos abordagens e métodos existentes, de última geração, para substituir estudos com animais:

  • tecnologias avançadas de modelação em computador (por exemplo, modelação e simulação preditiva em ambiente virtual); e
  • sistemas biológicos in vitro.

Reduzir. Utilizamos o número absolutamente mínimo de animais necessários para obter resultados válidos:

  • os investigadores analisam cuidadosamente quais os animais que são mais apropriados para cada estudo e calculam o número mínimo necessário para obter os dados necessários.
  • o Comité de Bem-Estar dos Animais da Philip Morris International analisa todos os estudos propostos com animais para avaliar se os objectivos do estudo podem ser alcançados por outros meios.

Refinar. Usamos procedimentos minimamente invasivos para reduzir ao máximo a dor e o sofrimento:

  • utilizamos tecnologias de bioimagiologia para estudar funções dos órgãos de modo não invasivo (por exemplo, imagiologia por ultra-sons).
  • os nossos técnicos laboratoriais e especialistas veterinários têm formação nas mais recentes técnicas para gerir e cuidar dos animais da melhor forma possível.

Responsável e mensurável

Todas as nossas actividades são realizadas de acordo com leis e regulamentos vigentes, assim como melhores práticas estabelecidas internacionalmente em cuidados de animais de laboratório, para assegurar que os animais são tratados de modo humano e responsável.

Isto inclui a conformidade com toda a legislação pertinente, inclusivamente a directiva europeia de testes em animais (European Union Directive on Animal Experiments) e os regulamentos de bem-estar de animais do departamento de agricultura dos Estados Unidos (United States Department of Agriculture Animal Welfare Regulations). Os nossos laboratórios submeteram-se igualmente a acreditação voluntária da Associação para Avaliação e Acreditação de Cuidados com Animais de Laboratório (AAALAC). Quando colaboramos com parceiros externos e agências de pesquisa ou quando financiamos uma pesquisa, exigimos que os nossos parceiros cumpram os padrões apropriados de bem-estar animal.