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Durante muitos anos, os países impuseram proibições totais ou parciais à publicidade, marketing e promoção do tabaco. Na grande maioria dos países, a publicidade de produtos de tabaco já não é permitida em meios de comunicação de difusão, como a televisão e o rádio. Muitos países também proibiram a publicidade de tabaco nas ruas, e um número cada vez maior de países proíbe a publicidade na comunicação impressa, como jornais e revistas. Nos casos em que a publicidade de tabaco é permitida, a maioria dos países exige que esta inclua avisos de saúde.
Algumas pessoas acreditam equivocadamente que as regulamentações de restrições à publicidade e ao marketing do tabaco não são comuns fora da Europa Ocidental e dos Estados Unidos. Na verdade, muitos países da América Latina, Ásia, África e Europa Oriental implementaram proibições abrangentes à publicidade do tabaco. Estes países incluem o Brasil, Chile, Egipto, Gâmbia, Cazaquistão, Malásia, Peru, Singapura, Tailândia e Turquia.
O artigo 13 da Convenção Quadro para o Controlo do Tabaco (CQCT) pede uma “proibição abrangente da publicidade, promoção e patrocínio”, e requer aos governos que não tenham impedimentos constitucionais que proíbam todas as formas de publicidade. Onde houver limitações constitucionais, a CQCT requer que os governos restrinjam ou proíbam a publicidade na rádio, televisão, comunicação impressa e outros meios de comunicação (incluindo a Internet), bem como o patrocínio de eventos internacionais. Muitas autoridades de saúde pública argumentam que as proibições de marketing levam directamente à redução das taxas de consumo.
A nossa visão
Os produtos de tabaco devem ser comercializados e vendidos apenas a adultos. Embora não concordemos que o marketing faça as pessoas fumarem, temos sido fortes defensores das regulamentações que restringem a publicidade e a promoção de produtos de tabaco, incluindo proibições totais a alguns órgãos de informação, como televisão, rádio e publicidade exterior. Também acreditamos que os avisos de saúde devem ser obrigatórios nas formas de publicidade de tabaco que são permitidas. Na verdade, aplicamos estas advertências voluntariamente na nossa publicidade em países que não as exigem. Assim como muitos membros da comunidade de saúde pública, acreditamos que a regulamentação que restringe a publicidade e o marketing são mais eficazes que códigos voluntários. O motivo prende-se com o facto da regulamentação, se aplicada, garantir que todas as empresas sigam as mesmas regras.
Não apoiamos proibições totais da publicidade e marketing do tabaco. Neste ponto, discordamos da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da CQCT. A capacidade dos fabricantes em venderem os seus produtos a fumadores adultos é fundamental para uma concorrência saudável e acreditamos que é importante que os adultos fumadores recebam informações sobre a gama de produtos disponíveis e sobre a sua escolha de produto preferido. Na nossa opinião, as regulamentações podem alcançar o equilíbrio certo entre a limitação eficaz do marketing de produtos de tabaco e a preservação da possibilidade das empresas de tabaco comunicarem com fumadores adultos.
As nossas práticas
O marketing é um dos grandes pontos fortes da Philip Morris International, e mantém-se no centro da nossa estratégia competitiva.
O nosso marketing baseia-se em três princípios fundamentais:
- Não comercializamos produtos para crianças nem usamos imagens ou produtos que possam ter apelo a menores.
- Colocamos avisos de saúde em todos as embalagens e materiais de marketing.
- Todo o nosso marketing respeita padrões globais de decência, bem como culturas, tradições e práticas locais.
Aqui estão alguns exemplos do que estas regras significam para a nossa prática de marketing quotidiana:
- Não utilizamos, na nossa publicidade, imagens de desenhos animados, celebridades com apelo a jovens ou modelos menores de 25 anos.
- Não publicamos anúncios nas capas ou contra-capas de nenhuma publicação impressa de circulação geral.
- Não nos envolvemos na colocação de produtos em filmes ou programas televisivos. Na verdade, frequentemente recusamos solicitações desse tipo.
- Não colocamos nomes ou logotipos das nossas marcas de cigarro em quaisquer itens promocionais que possam ser utilizados por menores.