June 12, 2020

PHILIP MORRIS BRASIL ADOTA POLÍTICA VOLTADA PARA PROFISSIONAIS TRANSGÊNEROS

Time BOLD
Empresa reforça seus programas voltados à inclusão LGBTI+

São Paulo, 12 de junho de 2020 -  A Philip Morris Brasil (PMB), comprometida com o respeito, a inclusão e a igualdade de direitos e de oportunidades às pessoas LGBTI+, formalizou uma política global para Pessoas Transgênero e em Transição de Gênero, que preconiza os conceitos para garantir o entendimento sobre o tema a todos, o direito de uso do nome social, entre outros aspectos. O documento foi implementado no Brasil com o apoio do #Bold (coragem, em português), um grupo de colaboradores voluntários, criado dentro da PMB em 2017, para celebrar a diversidade, atrair e reter talentos LGBTI+ no âmbito da organização.
 
Segundo Felipe Britto, diretor de Conteúdo do #Bold, Comitê LGBTI+ da PMB, a busca é por um ambiente de trabalho inclusivo para todos. Adaptada à legislação brasileira, a política oferece as diretrizes para apoiar os colaboradores transgêneros – tanto aqueles que já tenham iniciado o processo de transição antes da contratação, quanto os que optam por fazer esta transição durante a jornada na PMB.

“Para os colaboradores que desejam fazer a transição, há um formulário específico, para que manifestem quando desejam iniciar esse processo, se precisarão de um período de afastamento para o suporte médico, além do momento e como irá falar com os demais colegas. O objetivo é que eles se sintam acolhidos pela empresa”, destaca.

Na PMB, os profissionais transgêneros também podem se vestir da forma que se sentem mais confortáveis. Toda a forma de comunicação segue a identificação de gênero e nome com qual o profissional se identifica, com privacidade. Os colaboradores têm o direito de serem quem são, sem divulgação desnecessária de informações médicas ou histórico de gênero. Eles podem discutir abertamente sua identificação ou expressão de gênero ou manter essa informação privada.
 
Para evitar preconceitos e facilitar a candidatura de profissionais transgêneros, que muitas vezes não utilizam canais usuais de recrutamento, a PMB fez parceria com a Transempregos, plataforma específica para profissionais Trans.
 
Para preservar a integridade no local de trabalho e eliminar o assédio, todos os colaboradores LGBTI+ que, em qualquer situação, se sentirem ofendidos, contam com uma linha externa 0800 para denúncias, disponível 24 horas por dia. As condutas consideradas impróprias são investigadas.
 
O #Bold tem no diálogo e na informação seus grandes aliados no trabalho de conscientização sobre a importância da inclusão. Para isso, organiza workshops nas unidades da PMB em todo o País, utiliza os canais de comunicação da empresa, a newsletter do grupo e promove ações em datas importantes para a comunidades LGBTI+. No último dia 29 de janeiro, por exemplo, Dia Nacional da Visibilidade Trans, organizou um webinar, com a participação de mais de 200 colaboradores de todo Brasil, em que os próprios funcionários transgêneros compartilharam de maneira voluntária um pouco da sua história, além do “Beabá do T”.
 
Valorização da diversidade

O empenho por um local de trabalho diverso e inclusivo levou a PMB, em maio de 2018, a integrar o Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+, ao lado de outras grandes companhias que trabalham pelo respeito aos direitos humanos dessa população, dentro do universo corporativo brasileiro.
 
As uniões homoafetivas são consideradas em suas diretrizes de benefícios para todos os fins, garantindo à população LGBTI+, por exemplo, direitos como o auxílio-creche e licença casamento. Além disso, também foi garantida a licença paternidade de 120 a 180 dias aos casais homoafetivos, assim como a pais solteiros, equiparada à licença maternidade para casais heterossexuais.
 
“Respeitar e aceitar as diferenças são valores fundamentais para a nossa empresa. Temos o compromisso de ser uma empresa inclusiva, que valoriza a diversidade, pois sabemos de sua importância para a transformação da companhia, que propõe um futuro livre de fumaça, a partir da inovação e do desenvolvimento de produtos que são uma alternativa melhor do que o cigarro”, afirma Felipe Britto.