November 10, 2021

PHILIP MORRIS BRASIL INTEGRA PROJETO DE RESTAURAÇÃO FLORESTAL DO BNDES

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Com projetos de sustentabilidade, desenvolvidos na Região Sul do Brasil, PMB faz parte da lista de grandes empresas parceiras da iniciativa
 
A Philip Morris Brasil (PMB) integra a lista de grandes empresas parceiras do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no Projeto Floresta Viva, lançado quarta (10/11). O objetivo da iniciativa do Banco é conceder apoio financeiro a ações de restauração florestal de espécies nativas e de sistemas agroflorestais em todo Brasil.
 
Os projetos receberão financiamento pelo modelo matchfunding, que reúne recursos do BNDES com os das instituições apoiadoras. Em sua primeira fase, o Floresta Viva disporá de pelo menos R$ 140 milhões (sendo até 50% do Banco) e poderá chegar a R$ 500 milhões ao final da segunda fase, em um período de sete anos.
 
“Vemos nesta parceria com o BNDES uma grande oportunidade para impulsionar os nossos programas de sustentabilidade, desenvolvidos na região Sul do Brasil, totalmente alinhados ao Projeto Floresta Viva em seu propósito de restaurar as áreas de preservação permanente, nascentes, matas ciliares e, assim, contribuir para a preservação dos biomas brasileiros e a mitigação da emissão de gases de efeito estufa”, afirma Ayane Gitirana, diretora de Leaf da PMB. 
 
A união do BNDES com a iniciativa privada, no Floresta Viva, busca impulsionar o setor de restauração ecológica na transição para uma economia neutra em carbono. A expectativa é reflorestar entre 16 mil e 33 mil hectares com espécies nativas e biodiversidade, podendo capturar cerca de 9 milhões de toneladas de CO2 equivalente ao longo da vida dos projetos.
 
Cada projeto contemplado receberá um investimento de, no mínimo, R$ 5 milhões. Os recursos poderão ser empregados, por exemplo, na aquisição de sementes, mudas, insumos, equipamentos e cercas; na implantação ou ampliação de viveiros de mudas; em capacitação profissional; e no pagamento de mão de obra, pesquisas, estudos e serviços técnicos necessários à execução do projeto. Além de atividades para elaboração, aprovação, validação, verificação e emissão de créditos de carbono, quando associadas à realização dos objetivos do projeto.