April 02, 2017

Estudo clínico confirma que o IQOS tem condições para reduzir exposição ao risco de quem fuma

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Os estudos realizados até à data indicam claramente que o IQOS é suscetível de apresentar menos riscos para a saúde em relação ao consumo de produtos de tabaco combustíveis.

Lisboa, 3 de abril, 2017 – A Philip Morris International Inc (PMI), da qual a Tabaqueira é subsidiária em Portugal, anunciou os resultados de um estudo clínico avançado sobre o IQOS publicado na revista científica Nicotine & Tobacco Research após prévia revisão por pares. O IQOS é um produto de tabaco aquecido eletronicamente, não sujeito a combustão.

Conduzido no Japão durante um período de três meses pela conceituada organização de pesquisa clínica Osaki Hospital Tokyo Heart Center, o estudo concluiu que os fumadores que substituíram o consumo de cigarros convencionais, combustíveis, pelo uso de tabaco aquecido eletronicamente:

Reduziram a sua exposição a 15 substâncias químicas nocivas presentes no fumo do tabaco a níveis que se equiparam aos verificados junto de indivíduos que deixaram de fumar;

Melhoraram os indicadores de saúde em relação às doenças normalmente relacionadas com o consumo de produtos de tabaco convencionais, combustíveis, como as pulmonares e as cardíacas. Em todos os casos, os indicadores de saúde melhoraram na mesma direção verificada junto de pessoas que deixaram de fumar. Prosseguem, entretanto, estudos com um período temporal mais alargado;

Consideraram satisfatória a alternativa proporcionada pelo produto de tabaco aquecido tendo demonstrado total disponibilidade para o adotar integralmente em substituição dos produtos de tabaco tradicionais, combustíveis.

O estudo envolveu 160 fumadores que foram subdivididos em três grupos distintos: fumadores de produtos de tabaco tradicionais, combustíveis; ex-fumadores; consumidores do produto de tabaco aquecido eletronicamente. Os participantes passaram cinco dias na clínica e continuaram a experiência em casa durante um período adicional de 85 dias, ao longo do qual as amostras biológicas e as medições continuaram a ser efetuadas regularmente.

Foi conduzido de acordo com as diretrizes internacionalmente consideradas para ensaios clínicos, como as Boas Práticas Clínicas definidas pela Conference for Harmonization of Technical Requirements for Pharmaceuticals for Human Use (Conferência Internacional para Harmonização de Requisitos Técnicos para Produtos Farmacêuticos para Uso Humano).

O programa de investigação da PMI para confirmar o potencial de redução de risco do IQOS inclui estudos clínicos e laboratoriais, pesquisas sobre a utilização continuada do produto e a avaliação do grau de compreensão dos consumidores acerca da comunicação relacionada com risco reduzido. Este estudo, juntamente com outros, faz parte de um programa de pesquisa clínica sobre o uso do IQOS em termos de exposição reduzida e de impactos preliminares positivos em saúde. Um estudo com cerca de 1000 participantes e a duração de um ano está em curso para consubstanciar as fortes indiciações existentes de redução de risco.

Frank Lüedicke, Diretor Médico da PMI, afirmou que “este estudo é um passo importante para confirmar que, embora o IQOS não seja livre de risco, é uma melhor escolha para os milhões de fumadores que não conseguem deixar de fumar. Indica claramente que os fumadores que mudaram para o IQOS reduziram a sua exposição aos constituintes nocivos presentes no fumo dos cigarros convencionais para níveis que se aproximam dos fumadores que renunciaram ao consumo de produtos de tabaco tradicionais, combustíveis. O estudo indica também as áreas de redução de risco significativo que estamos atualmente a confirmar através de um estudo a longo-prazo.”

A PMI está empenhada em substituir os cigarros convencionais por produtos sem fumo o mais rapidamente possível em benefício dos fumadores, da sociedade e da saúde pública. Mais de 1,6 milhões de fumadores já substituíram produtos de tabaco combustíveis pelo IQOS e têm planos para expandir a comercialização a cidades-chave em cerca de 30-35 países até ao final de 2017. Desde 2008, a PMI conta com mais de 400 cientistas e especialistas entre os seus colaboradores e investiu mais de 3 mil milhões de dólares em investigação, desenvolvimento e pré-comercialização dos seus produtos sem fumo. A empresa divulgou os resultados da sua investigação em mais de 200 publicações revistas por pares e capítulos de livros ao longo dos últimos dez anos.

O estudo está disponível em https://www.pmiscience.com/introduction

 

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