May 07, 2021

Philip Morris International nomeia Jacek Olczak como Chief Executive Officer (CEO), reafirmando o seu compromisso com um futuro em que os cigarros sejam substituídos por melhores alternativas cientificamente substanciadas

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A Philip Morris International Inc. (PMI) (NYSE: PM) apresenta hoje Jacek Olczak, o novo Chief Executive Officer (CEO) nomeado na sequência da Assembleia Anual de Acionistas de 2021 da empresa, a 5 de maio. Jacek Olczak, atualmente Chief Operations Officer (COO) da empresa, foi também eleito para o Conselho de Administração. André Calantzopoulos, CEO da PMI de 2013 até 5 de maio de 2021, foi nomeado presidente executivo do Conselho de Administração antes da reunião. As nomeações seguem-se ao anúncio da transição na liderança da PMI em dezembro de 2020.

Ao aceitar a nomeação, Jacek Olczak comprometeu-se a acelerar a transformação para um mundo sem fumo da PMI, anunciada em 2016. A empresa está comprometida em desenvolver, comprovar cientificamente e comercializar de forma responsável produtos sem combustão e sem fumo que sejam menos nocivos do que fumar, com o objetivo de substituir os cigarros o mais rapidamente possível.

Jacek Olczak afirmou: "Sinto-me honrado e entusiasmado por liderar a PMI à medida que aceleramos a nossa transformação para uma empresa sem fumo. A PMI é uma empresa líder na indústria e na inovação científica e a nossa ambição é que grande parte das nossas receitas líquidas provenham de produtos sem fumo em 2025. O portfólio de produtos que estamos a desenvolver irá impulsionar o nosso futuro a longo prazo. Apoiar-nos-emos na nossa investigação científica e no desenvolvimento de conhecimento, utilizando as nossas capacidades coletivas e criatividade para inovar para além do portfólio existente e explorar novas áreas de desenvolvimento do negócio."

Jacek Olczak, 56 anos, iniciou a sua carreira na PMI em 1993. Começou em funções ligadas à área financeira e em cargos de direção-geral em toda a Europa, incluindo o de diretor para os mercados da PMI na Polónia e Alemanha e o de presidente para a Região da União Europeia, antes de ser nomeado diretor financeiro em 2012. Ocupou esse cargo até 2018, ano em que assumiu a direção de operações (CEO) da PMI. Tem um mestrado em Economia pela Universidade de Lodz, Polónia.

Olczak tem sido um motor vital da transformação para uma PMI sem fumo, que teve início com a comercialização do IQOS em Nagoia, Japão, em 2014. Sob a sua supervisão como Chief Operating Officer (COO), a PMI aumentou a parte das suas receitas líquidas geradas por produtos sem fumo para 28% no primeiro trimestre de 2021. Além disso, sob a liderança de Jacek Olczak como COO, a empresa aumentou, até dia 31 de março de 2021, a cobertura geográfica dos produtos sem combustão e sem fumo da PMI de zero para 66 mercados em cidades-chave ou a nível nacional. Adicionalmente, liderou a transformação comercial da PMI que, de uma empresa de sucesso com operação essencialmente de "business to business" (B2B) se transformou e é, cada vez mais, uma empresa "business to consumer" (B2C).

André Calantzopoulos referiu: "Jacek está idealmente posicionado para proporcionar a visão sem fumo da PMI no seu novo papel como CEO. A sua paixão pela empresa e pelos nossos colaboradores sustenta a sua orientação para a obtenção de resultados, assim como o seu profundo conhecimento dos nossos produtos, sistemas, valores e investidores. Acredito que é o líder ideal para assegurar o crescimento contínuo da nossa atividade e gerar valor para os nossos acionistas. Estou ansioso por continuar a trabalhar com Jacek na minha nova qualidade de presidente executivo do Conselho de Administração."

Marcelo Nico, Diretor Geral da Tabaqueira, subsidiária da PMI em Portugal, referiu por ocasião da entrada em funções do novo CEO: "Jacek tem conduzido, juntamente com André Calantzopoulos, a uma transformação da PMI para um futuro a nível internacional de forma muito positiva, e as suas aptidões e experiência perspetivam um novo e excitante capítulo para a PMI, principalmente, numa fase em que é necessário esclarecer e informar todos os agentes da sociedade, incluindo os consumidores (que de outra forma continuariam a fumar), a comunidade científica e os reguladores sobre o que as novas soluções da PMI podem representar, inclusive, ao nível do benefício para a saúde pública. Na Tabaqueira queremos dar expressão a esta visão e desígnio através do aprofundamento do diálogo que temos em curso com os nossos principais interlocutores e autoridades públicas. Queremos reforçar a nossa transparência e abertura para dialogar, valores estes que consideramos cruciais para obtermos melhores políticas públicas e cidadãos e consumidores mais bem informados. É este o nosso caminho, a par do reforço nos objetivos de descarbonização. Queremos continuar a crescer, a investir e a exportar, mas sempre com foco na sustentabilidade, que significa igualmente a redução de nocividade através de produtos sem combustão e sem fumo.”

Philip Morris International: A construir um futuro livre de fumo

A Philip Morris International (PMI) está a liderar uma transformação na indústria do tabaco com o objetivo de criar um futuro sem fumo por via da substituição dos cigarros por produtos sem fumo para benefício dos adultos que, de outra forma, continuariam a fumar, da sociedade, da empresa e dos seus acionistas.

A PMI é a principal empresa internacional de fabrico e comercialização de tabaco, em particular, de cigarros, de produtos sem fumo e respetivos dispositivos eletrónicos e acessórios, bem como de outros produtos que contêm nicotina em mercados fora dos EUA. Neste país, o grupo Altria, Inc. comercializa, sob licença da PMI, versões da sua Plataforma 1 (sob a designação comercial IQOS) e os respetivos consumíveis autorizados para comercialização pela Agência Americana para a Segurança Alimentar e do Medicamento (FDA) no quadro dos requerimentos de pré-comercialização de produtos de tabaco (Premarket Tobacco Product Applications ou PMTA em Inglês); tendo a FDA autorizado a comercialização de uma versão do IQOS e os respetivos consumíveis como um produto de tabaco de risco modificado (Modified Risk Tobacco Product ou MRTP em Inglês), deliberando que uma decisão de modificação da exposição é apropriada para promover a saúde pública.

A PMI está a construir um futuro assente numa categoria nova de produtos sem fumo que, embora não sejam isentos de risco, são uma escolha muito melhor do que continuar a fumar. Através da aplicação de competências multidisciplinares ao desenvolvimento de produtos, de instalações de ponta e de substanciação científica, a PMI procura garantir que os seus produtos sem fumo vão ao encontro das preferências dos consumidores adultos de acordo com requisitos normativos rigorosos. O portfólio de produtos sem fumo da PMI inclui produtos de tabaco aquecido sem combustão e produtos de vapor com nicotina.

Desde 31 de de Março de 2021, o IQOS está disponível para comercialização em 66 mercados, em cidades importantes ou a nível nacional, e a PMI estima que aproximadamente 14 milhões de fumadores adultos em todo o mundo já mudaram para o produto de tabaco aquecido sem combustão da PMI, sob  a marca IQOS, e deixaram de fumar.

Para obter mais informações, consulte www.pmi.com  e  www.pmiscience.com


Indicações futuras e advertências:

Este comunicado de imprensa contém projeções de resultados futuros e outras declarações prospetivas. A obtenção de resultados futuros está sujeita a incertezas, riscos e pressupostos imprecisos. Caso os riscos ou incertezas se materializarem, ou os pressupostos subjacentes se revelarem imprecisos, os resultados reais podem variar materialmente dos vertidos nestas declarações prospetivas. De acordo com as disposições de segurança do “Private Securities Litigation 

Reform Act” de 1995, a PMI identifica fatores importantes que, individualmente ou no seu conjunto, podem fazer com que os resultados e resultados reais defiram materialmente dos contidos em quaisquer declarações prospetivas feitas pela PMI.

Os riscos comerciais da PMI incluem: aumentos de impostos especiais de consumo e estruturas fiscais discriminatórias; aumento as restrições de comercialização e regulamentação que possam reduzir a nossa competitividade, eliminar a nossa capacidade de comunicar com os consumidores adultos ou proibir alguns dos nossos produtos; preocupações com a saúde relacionadas com a utilização do tabaco e de outros produtos que contenham nicotina e com a exposição ao fumo do tabaco ambiental; Litígios relacionados com o uso do tabaco e propriedade intelectual; concorrência intensa; os efeitos da evolução económica, regulamentar e política, das catástrofes naturais e dos conflitos, globais e7ou em países individuais; alterações no comportamento do fumador adulto; receitas perdidas em resultado da contrafação, contrabando e compras transfronteiriças; investigações governamentais; taxas de câmbio desfavoráveis e desvalorizações cambiais e limitações à capacidade de repatriar fundos; alterações adversas nas leis aplicáveis do imposto sobre as sociedades; alterações adversas no custo, disponibilidade e qualidade do tabaco e de outros produtos agrícolas e matérias-primas, bem como componentes e materiais para os nossos dispositivos eletrónicos; e a integridade dos sistemas de informação e a eficácia das políticas de privacidade de dados da PMI. A rentabilidade futura da PMI pode igualmente ser afetada negativamente se a empresa não for bem-sucedida nas suas tentativas de produzir e comercializar produtos de risco reduzido (RRP) ou se a regulamentação ou a tributação não diferenciarem estes produtos relativamente aos cigarros; se não conseguir introduzir com êxito novos produtos, promover a equidade da marca, entrar em novos mercados ou melhorar as suas margens através do aumento dos preços e dos ganhos de produtividade; se não conseguir expandir o seu portfólio de marcas internamente ou através de aquisições e do desenvolvimento de relações comerciais estratégicas; ou se não for capaz de atrair e reter o melhor talento global. Os resultados futuros estão também sujeitos à reduzida previsibilidade do desempenho da nossa categoria de produtos de risco reduzido.

A pandemia COVID-19 criou perturbações sociais e económicas significativas e resultou no encerramento de lojas, fábricas e escritórios, bem como em restrições à produção, distribuição e viagens, que afetarão negativamente o nosso negócio, em resultado de operações, fluxos de caixa e posições financeiras durante a pandemia. Os nossos planos de continuidade de negócios e outras salvaguardas podem não ser eficazes para mitigar o impacto da pandemia. Atualmente, os riscos significativos incluem a nossa reduzida capacidade de converter fumadores adultos para os nossos RRPs, declínios significativos de volume no nosso negócio de vendas no “Duty Free” e em certos outros mercados-chave, perturbações ou atrasos na nossa cadeia de produção e fornecimento, aumento da volatilidade da moeda e atrasos em determinadas iniciativas de poupança de custos, transformação e reestruturação. O nosso negócio também pode ser prejudicado se o pessoal chave ou um número significativo de empregados ou parceiros de negócio ficarem indisponíveis devido ao surto COVID-19. O impacto adverso significativo da COVID-19 nas condições económicas ou políticas nos mercados em que operamos pode resultar em alterações nas preferências dos nossos consumidores adultos e numa menor procura dos nossos produtos, nomeadamente no que diz respeito às nossas marcas de preço médio ou premium. A continuação da pandemia pode perturbar o nosso acesso aos mercados de crédito ou aumentar os nossos custos de empréstimos. Os governos podem temporariamente não se concentrar no desenvolvimento de quadros regulamentares baseados na ciência para o desenvolvimento e comercialização de RRPs ou na aplicação ou implementação de legislação que seja significativa para o nosso negócio. Além disso, as mensagens sobre os potenciais impactos negativos da utilização dos nossos produtos nos riscos COVID-19 podem levar a medidas regulamentares cada vez mais restritivas no que toca á comercialização e utilização dos nossos produtos, à procura de impacto negativo dos nossos produtos, à vontade dos consumidores adultos de mudarem para os nossos RRPs e aos nossos esforços para defender o desenvolvimento de quadros regulamentares baseados na ciência para o desenvolvimento e comercialização de RRPs.

O impacto destes riscos também depende de fatores para além do nosso conhecimento ou controlo, incluindo a duração e gravidade da pandemia, a sua recorrência nos nossos principais mercados, as ações tomadas para conter a sua propagação e mitigar os seus efeitos para a saúde pública, e as suas consequências económicas finais.

A PMI está ainda sujeita a outros riscos citados ou identificados nos seus documentos públicos, incluindo o Formulário 10-Q para o trimestre findo a 31 de março de 2021. A PMI adverte que a lista anterior de fatores relevantes não constitui uma apresentação exaustiva de todos os potenciais riscos e incertezas. A PMI não se compromete a atualizar ou rever qualquer declaração prospetiva que possa fazer de tempos a tempos, exceto no decurso normal das suas obrigações de divulgação pública.